II LENAD - LEVANTAMENTO NACIONAL DE ÁLCOOL E DROGAS


A divulgação do II LENAD neste site foi feita com a prévia autorização do Dr. Ronaldo Laranjeiras, que gentilmente atendeu a nossa solicitação.


sites oficiais do II LENAD:
http://www.inpad.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=106
http://www.uniad.org.br/

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O Segundo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (II LENAD) é um estudo populacional sobre os padrões de uso de álcool, tabaco e drogas ilícitas na população brasileira. Dependência de álcool, tabaco, maconha e cocaína também foram avaliados bem como possíveis fatores de risco e/ou proteção para o desenvolvimento de abuso e/ou dependência. O estudo foi desenvolvido entre novembro de 2011 e abril de 2012 pelo INPAD/UNIAD da UNIFESP com a colaboração da Ipsos.



Organização:                                                 
Ronaldo Laranjeira                                          
Coordenação:
Clarice Sandi Madruga

Comissão Organizadora:                                       
Ilana Pinsky                                               
Raul Caetano                                                      
Sandro Sendin Mitsuhiro   
Graziela Castello

Comitê Técnico:                   
Clarice Sandi Madruga
Raul Caetano
Graziela Castello


São Paulo, 2012

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A. Perfil sócio-demográfico

1. Gênero
2. Idade
3. Renda
4. Escolaridade
5. Estado civil
6. Estado empregatício
7. Configuração familiar
8. Sexualidade

B. Consumo de Bebidas Alcoólica

1. Consumo em unidades (  Cartão unidade de álcool.pdf )
2. Frequência de uso
3. Idade de início do uso
4. Beber em binge
5. Tipo de bebida

C. Efeitos prejudiciais do beber

D. Abuso/Dependência de Álcool

1. (DSM-IV & DSM-V)

E. Tratamento de Alcoolismo

1. Motivação de parar
2. Tipos de tratamento

F. Dirigir Alcoolizado

1. Frequência
2. Frequência passageiro

G. Beber/Dirigir – Punção Social

1. Atitude
2. Frequência fiscalização

H. Consumo de Tabaco

Consumo
Frequência de uso
Tipo consumido
Idade de início do uso
Histórico familiar
Dependência (DSM-IV)
Crenças uso/consequências
Opinião políticas
Motivação para parar
Tratamento

I. Drogas Ilícitas

Uso na vida
Uso nos últimos 12 meses

Tipo de drogas:

a.  Cocaína, Estimulantes, Ritalina aspirada, Crack ou Merla, Oxi, Tranquilizantes, Solventes, Ectstasy, Morfina, Heroína, Esteróides, Alucinógenos, Anestésicos, Cristal, Maconha

4. Conhece alguém com problemas de uso de maconha/cocaína
5. Tratamento
a. Tipo
b. Tempo de permanência
c.  Acesso

i.  Restrito a usuários de maconha:

Frequência de uso
Escala SDS de dependência 2
Abstinência
Associação com álcool
Local e forma de acesso

ii. Restrito a usuários de cocaína:

Idade de início do uso
Frequência de uso
Escala SDS de dependência
Tolerância
Abstinência
Associação com álcool
Local e forma de acesso
Uso injetável
Motivação para parar

J. Avaliação de Saúde Geral

Doenças (Adult Psychiatric Morbidity Survey – APMS)
Dor
Dieta
Atividade física
Gestação

K. Política e Propaganda

1. Atitude frente políticas restritivas – álcool
2. Acesso a propaganda – álcool e tabaco

L. Violência

1. Porte de arma
2.Insegurança nas ruas
3. Vitima de assalto
4. Ficha na policia

M. Eventos Adversos na Infância

1. Escala abuso
2. Testemunha de violência doméstica
3. Uso de substância por membro da família
4. Bullying

N. Violência Domestica

1. Escala violência perpetuador
2. Escala violência vitima
3. Envolvimento policial/denúncia

O. Qualidade de vida1. 

Escala Qualidade de Vida

P. Depressão

1. Escala CES-D

Q. Rede de Suporte Social

Escala Rede de Suporte Social (APMS)

R. Eventos Negativos Recentes

1. Escala Eventos Negativos Recentes (APMS)

S. Religiosidade

1. Importância da religião
2. Recomendação quanto uso de álcool

T. Questões Pessoais

Abuso sexual na infância
Prostituição infantil
Estupro
HIV
Uso de preservativo
Fome
Suicídio (historia/ideação/tentativa

Método

1. Especificação Técnica

a - Área da Pesquisa: todo o território nacional.
b - Universo da Pesquisa: população brasileira com 14 anos ou mais.
c- Metodologia de amostra probabilística
d- Estudo transversal repetido (2006/2012)

2. Critérios de Amostragem

Foi utilizada uma amostra representativa da população brasileira, estratificada com alocação proporcional à população de cada estado (estrato). As regiões metropolitanas e as capitais de cada estado entram certamente (com probabilidade igual a 1) na amostra, com um número de entrevistas proporcional a suas respectivas populações (baseadas no CENSO 2010). Dentro de cada estrato, nas regiões metropolitanas e nos demais municípios de cada estado, foram selecionadas amostras probabilísticas, de conglomerados em vários estágios:

No primeiro estágio, foram selecionados probabilisticamente os municípios que comporão a amostra pelo método PPT (Probabilidade Proporcional ao Tamanho), sendo a população de cada município tomada como base para tal seleção. De acordo com o dimensionamento amostral definido nesta proposta, foram selecionados 149 municípios. ( Municípios_sorteados.pdf)

No segundo estágio, dentro dos municípios selecionados no primeiro estágio, foram selecionados probabilisticamente os setores censitários, onde as entrevistas foram realizadas, também pelo mesmo método (PPT), tomando o número de moradores de cada setor como base para tal seleção.

Quarteirões foram identificados e numerados para compor o setor sorteado e um deles foi selecionado aleatoriamente para o início do arrolamento do setor. O ponto inicial, no quarteirão, também foi selecionado aleatoriamente.

Foram definido, através de sorteio aleatório, o primeiro domicílio a ser entrevistado. Após o primeiro domicílio ter sido selecionado aleatoriamente, os demais domicílios foram sorteados através de saltos sistemáticos, de maneira a fechar o número de domicílios por setor.

A definição do entrevistado, no domicílio, foi feita com uso da tabela KISH. Foram realizadas no mínimo três visitas ao domicílio, em dias e horários diferentes, para a realização da entrevista.

i. Critérios de eleição dos participantes

A. Todo morador com 14 anos ou mais é elegível para a nossa pesquisa (exceto para a overcota, que é de 14 a 17 anos).

B. O morador elegível é toda pessoa que tem a unidade domiciliar como local habitual de residência.

C. São também elegíveis pessoas ausentes por ATÉ 12 MESES em decorrência de:
Viagens;

Permanência em local de trabalho por conveniência ou devido à natureza de suas tarefas;
Internação em colégio, hospedagem em pensionatos ou local semelhante, estadia em residência de parentes ou partilhada com amigos, por motivo de estudo;
Internação temporária em hospital, sanatório ou estabelecimento similar;
Detenção sem sentença definitiva declarada;
Embarque a serviços marítimos.

ii. Critérios de exclusão dos participantes

A. Não serão elegíveis moradores estrangeiros que não falam português;

B. Moradores com deficiência mental;

C. Pessoas que tem como residência outra unidade domiciliar, sendo a sorteada apenas uma casa de veraneio.

3. Dimensionamento Amostral

Uma amostra de 4607 participantes foram entrevistados alcançando uma taxa de resposta total de 78% nacionalmente. O levantamento também contou comoversamples para adolescentes e também para o estado de São Paulo, que tiveram taxas de resposta de 79% e 71% respectivamente) ( Tabela_com_amostra_e_taxas_de_resposta.doc)
Abaixo a distribuição da amostra por estado e as taxas de resposta para cada grupo.

4. Coleta de Dados

Fase 1- Treinamento e supervisão dos entrevistadores:
Uma equipe de 100 entrevistadores profissionais foram treinados pela Ipsos e coordenação do LENAD.

Uma equipe permaneceu disponível para o atendimento de dúvidas dos entrevistadores durante toda a coleta.

Fase 2- Fiscalização:
Os questionários, em sua totalidade (100%), foram checados quanto à consistência e ao seu preenchimento.

20% dos questionários executados por cada entrevistador foram fiscalizados para verificação de cuidado na aplicação do questionário e adequação do entrevistado às variáveis amostrais.

5. Ética
O levantamento foi aprovado pelo comitê de ética da UNIFESP (10-043802) e seguiu todas as requisições sugeridas. Um termo de consentimento (  Termo_de_Consentimento.pdf ) foi preenchido pelos participantes autorizando a utilização dos dados para a pesquisa e garantindo o sigilo da identidade dos participantes. Nas entrevistas com participantes com idade inferior a 16 anos foi solicitada autorização formal dos pais ou responsáveis, de acordo com exigências do Código de Ética da ANEP (Associação Nacional de Empresas de Pesquisa).

6. Instrumentos
O questionário completo ( BNAS_12.pdf ) foi testado em duas fases, na primeira houveram 5 sessões de entrevistas cognitivas para validação das perguntas que não pertenciam a escalas previamente validadas. Na segunda fase houve a realização de um piloto em 10 residências na cidade de São Paulo para testar as técnicas de arrolamento e medir o tempo de aplicação do questionário completo. Nesta fase também houve a validação da técnica do envelope lacrado para a avaliação de uso de drogas ilícitas e perguntas pessoais.
O questionário possui 9 escalas validadas.

a. Álcool
A sessão de consumo de álcool foi baseada no questionário HABLAS desenvolvido pelo Prof. Raul Caetano e possui uma sub-sessão de avaliação de abuso e dependência baseado no DSM-IV. Ambos questionários (2006/2012) apresentam também os critérios para a formação do diagnóstico de abuso/dependência de acordo com o DSM-V.  O questionário de 2012 possui também a escala AUDIT traduzida do levantamento domiciliar da Inglaterra (Adult Psychiatric Morbidity in England, 2007).

Referência:
Caetano, R., Ramisetty-Mikler, S., & Rodriguez, L. A. (2009). The Hispanic Americans Baseline Alcohol Survey (HABLAS): the association between birthplace, acculturation and alcohol abuse and dependence across Hispanic national groups. Drug Alcohol Depend, 99(1-3), 215-221.
(Caetano, Vaeth, Ramisetty-Mikler, & Rodriguez, 2009)
Babor, T. F., J.R., D. l. F., Saunders, J., & Grant, M. (1992). Alcohol Use Disorders Identification Test [AUDIT]. American Psychiatric Association. Task Force for the Handbook of Psychiatric Measures (pp. 460-462). Washington DC: American Psychiatry Association.
(Babor, J.R., Saunders, & Grant, 1992)

b. Tabaco
A avaliação de consumo de tabaco é uma compilação adaptada das escalas NDSS (nicotine dependence syndrome scale) e a TDS (Tobacco Dependence screener).
Referência:
Piper, M. E., McCarthy, D. E., & Baker, T. B. (2006). Assessing tobacco dependence: a guide to measure evaluation and selection. Nicotine Tob Res, 8(3), 339-351.
Kawakami, N., Takatsuka, N., Inaba, S., & Shimizu, H. (1999). Development of a screening questionnaire for tobacco/nicotine dependence according to ICD-10, DSM-III-R, and DSM-IV. Addict Behav, 24(2), 155-166.
(Piper, McCarthy, & Baker, 2006)

c. Escala SDS (Severity Dependence Scale) - Maconha e Cocaína ( Instrumento_Específico_Avaliação_consumo_e_dependência_de_cocaína.pdf )
A escala SDS foi desenvolvida pelo National Cannabis Prevention and Information Centre  (NCPIC) e utilizada pelo levantamento domiciliar da Inglaterra (Adult Psychiatric Morbidity in England, 2007). A validação de sua capacidade de rastrear dependência foi estabelecida por Kaye et al em 2002 e seu uso foi estabelecido para o uso em usuários de cocaína na população brasileira em 2002 por Ferri et al.

Referência:
Cuenca-Royo, A. M., Sanchez-Niubo, A., Forero, C. G., Torrens, M., Suelves, J. M., & Domingo-Salvany, A. (2012). Psychometric properties of the CAST and SDS scales in young adult cannabis users. Addict Behav, 37(6), 709-715.
(Cuenca-Royo, et al., 2012)
Ferri, C. P., Marsden, J., de Araujo, M., Laranjeira, R. R., & Gossop, M. (2000). Validity and reliability of the Severity of Dependence Scale (SDS) in a Brazilian sample of drug users. Drug and Alcohol Review, 19(4), 451-455.
(Ferri, Marsden, de Araujo, Laranjeira, & Gossop, 2000; Martin, Copeland, Gates, & Gilmour, 2006)
Kaye, S., & Darke, S. (2002). Determining a diagnostic cut-off on the Severity of Dependence Scale (SDS) for cocaine dependence. Addiction, 97(6), 727-731.
(Kaye & Darke, 2002) 

d. Saúde Física
Escala de saúde geral é uma versão traduzida do levantamento domiciliar da Inglaterra (Adult Psychiatric Morbidity in England).

Referência:
NHS Information Centre (2009). Adult Psychiatric Morbidity in England, 2007: results of a household survey. London, UK: NHS.
(NHS Information Centre, 2009)
e. Escala de Dor

A  escala de dor é uma tradução adaptada da usada no levantamento do grupo de pesquisa em demência 10/66

Referência:
Prince M, Ferri CP, Acosta D, Albanese E, Arizaga R, Dewey M, Gavrilova SI, Guerra M, Huang Y, Jacob KS, Krishnamoorthy ES, McKeigue P, Rodrigues JL, Salas A, Sosa AL, Sousa R, Stewart R, Uwakwe R. The protocols for the 10/66 Dementia Research Group population-based research programme. BMC Public Health. 2007 Jul 20;7(1):165
(Prince, et al., 2007)
http://www.alz.co.uk/1066/

f. Escala de Atividade Física

A escala de atividade física advém do estudo longitudinal de Pelotas – RS.
Referência:
Hallal, P. C., Dumith, S. C., Ekelund, U., Reichert, F. F., Menezes, A. M., Victora, C. G., et al. (2012). Infancy and childhood growth and physical activity in adolescence: prospective birth cohort study from Brazil. Int J Behav Nutr Phys Act, 9(1), 82.
(Hallal, et al., 2012)

g. Escala de Dieta
A escala de dieta é uma versão adaptada (reduzida) do levantamento anual do Ministério da Saúde (VIGITEL).

Referência:
Souza Ade, M., Bezerra, I. N., Cunha, D. B., & Sichieri, R. (2011). Evaluation of food intake markers in the Brazilian surveillance system for chronic diseases--VIGITEL (2007-2009). Rev Bras Epidemiol, 14 Suppl 1, 44-52.
(Souza Ade, Bezerra, Cunha, & Sichieri, 2011)
h. Eventos Adversos na Infância
Versão adaptada da Conflict Tacticts Scale Form R desenvolvido por Straus (1998).

Referência:
Straus, M. A., Hamby, S. L., Finkelhor, D., Moore, D. W., & Runyan, D. (1998). Identification of child maltreatment with the Parent-Child Conflict Tactics Scales: development and psychometric data for a national sample of American parents.Child Abuse Negl, 22(4), 249-270.
(Straus, Hamby, Finkelhor, Moore, & Runyan, 1998)
Madruga, C. S., Laranjeira, R., Caetano, R., Ribeiro, W., Zaleski, M., Pinsky, I., et al. (2011). Early Life Exposure to Violence and Substance Misuse in Adulthood - The first Brazilian National  Survey Addictive Behaviors, 36, 251-255.
(Madruga, et al., 2011) 
i. Violência Domestica
Versão adaptada da Conflict Tacticts Scale Form R desenvolvido por Straus (1998).

Referência:
Straus, M. A., Hamby, S. L., Finkelhor, D., Moore, D. W., & Runyan, D. (1998). Identification of child maltreatment with the Parent-Child Conflict Tactics Scales: development and psychometric data for a national sample of American parents.Child Abuse Negl, 22(4), 249-270.
(Straus, et al., 1998)
Hamby, S., Sugarman, D. B., & Boney-McCoy, S. (2006). Does questionnaire format impact reported partner violence rates?: An experimental study. Violence Vict, 21(4), 507-518.
(Hamby, Sugarman, & Boney-McCoy, 2006)
Zaleski, M., Pinsky, I., Laranjeira, R., Ramisetty-Mikler, S., & Caetano, R. (2010). Intimate Partner Violence and Contribution of Drinking and Sociodemographics: The Brazilian National Alcohol Survey. J Interpers Violence, 25(4), 648-665.
(Zaleski, Pinsky, Laranjeira, Ramisetty-Mikler, & Caetano, 2010)  

j. Escala Qualidade de Vida (WHOQOL)
A Escala de Qualidade de Vida (WHOQOL-bref) foi desenvolvida pela Organização Mundial de Saúde e validada no Brasil pela equipe do grupo de estudos em qualidade de vida do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da UFRGS.
Referência:
Grupo de Estudos em Qualidade de Vida - UFRGS (1998). VERSÃO EM PORTUGUÊS DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA (WHOQOL) Porto Alegre: UFRGS.
(Grupo de Estudos em Qualidade de Vida - UFRGS, 1998)  
k. Escala CES-D Depressão
A Escala CES-D (Center for Epidemiological Studies Depression Scale - CES-D), foi desenvolvida pelo Centro de Estudos Epidemiológicos e validada no Brasil por Batistoni et al. na Universidade Estadual de Campinas.

Referência:
Bradley, K. L., Bagnell, A. L., & Brannen, C. L. (2010). Factorial validity of the Center for Epidemiological Studies Depression 10 in adolescents. Issues Ment Health Nurs, 31(6), 408-412.
(Bradley, Bagnell, & Brannen, 2010)
Batistoni, S. S. T., Neri, A. L., & Cupertino, A. P. F. B. (2007). Validity of the Center for Epidemiological Studies Depression Scale among Brazilian elderly. Revista de Saude Publica, 41(4).
(Batistoni, Neri, & Cupertino, 2007) 
l. Escala Rede de Suporte Social (APMS)
Escala de Rede de Suporte Social é uma versão traduzida e adaptada do levantamento domiciliar da Inglaterra (Adult Psychiatric Morbidity in England – APMS).

Referência:
Brugha, T. S., Morgan, Z., Bebbingotn, P., Jenkins, R., Lewis, G., Farrell, M., et al. (2003). Social support networks and type of neurotic symptom among adults in British households. Psychological Medicine, 33, 307-318.
(T. S. Brugha, et al., 2003) 
m. Escala Eventos Negativos Recentes (APMS)
Escala de Eventos Negativos Recentes é uma versão traduzida e adaptada do levantamento domiciliar da Inglaterra (Adult Psychiatric Morbidity in England – APMS).
Referência:
Brugha, T., Bebbington, P., Tennant, C., & Hurry, J. (1985). The List of Threatening Experiences: a subset of 12 life event categories with considerable long-term contextual threat. Psychol Med, 15(1), 189-194.
(T. Brugha, Bebbington, Tennant, & Hurry, 1985)

Produção Científica 

1. Processo de solicitação do banco de dados

O banco de dados do LENAD II estará disponível para qualquer pesquisador capacitado interessado em desenvolver trabalhos para publicação em revistas indexadas.

A solicitação do banco ocorrerá a partir da submissão de uma proposta ao comitê técnico.
Para evitar a desatualização do banco, cada proposta terá um prazo limite de 6 meses para submissão `a revista de interesse a partir da data da aprovação da proposta pelo comitê.  O prazo limite para ter o artigo publicado será de um ano, a partir do qual o tema poderá ser repassado para outro pesquisador interessado.

Todos os manuscritos usando os dados do levantamento deverão ser enviados para o comitê técnico para a revisão das análises realizadas antes da submissão. Tal procedimento garante a consistência dos dados publicados por diferentes grupos.

Todas as publicações submetidas deverão ter na autoria os organizadores do levantamento. 

2. Guidelines para submissão de proposta:

As propostas devem conter os seguintes tópicos:
Tema
Pergunta de pesquisa/Hipótese
Plano de análise
Variáveis utilizadas
Tipo de teste a ser utilizado
Revista de interesse
Data de prevista para a submissão

Faça o download do Glossário do II Lenad (  glossário_LENAD II.pdf )



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Coordenador de Projetos de Prevenção ao uso de álcool e outras Drogas
MAIS INFORMAÇÕES: alcooledrogas@pragadomilenio.com

Referências (Lenad)

Babor, T. F., J.R., D. l. F., Saunders, J., & Grant, M. (1992). Alcohol Use Disorders Identification Test [AUDIT]. American Psychiatric Association. Task Force for the Handbook of Psychiatric Measures (pp. 460-462). Washington DC: American Psychiatry Association.
Batistoni, S. S. T., Neri, A. L., & Cupertino, A. P. F. B. (2007). Validity of the Center for Epidemiological Studies Depression Scale among Brazilian elderly. Revista de Saude Publica, 41(4).
Bradley, K. L., Bagnell, A. L., & Brannen, C. L. (2010). Factorial validity of the Center for Epidemiological Studies Depression 10 in adolescents. Issues Ment Health Nurs, 31(6), 408-412.
Brugha, T., Bebbington, P., Tennant, C., & Hurry, J. (1985). The List of Threatening Experiences: a subset of 12 life event categories with considerable long-term contextual threat. Psychol Med, 15(1), 189-194.
Brugha, T. S., Morgan, Z., Bebbingotn, P., Jenkins, R., Lewis, G., Farrell, M., et al. (2003). Social support networks and type of neurotic symptom among adults in British households. Psychological Medicine, 33, 307-318.
Caetano, R., Vaeth, P. A. C., Ramisetty-Mikler, S., & Rodriguez, L. A. (2009). The Hispanic Americans Baseline Alcohol Survey: Alcoholic Beverage Preference Across Hispanic National Groups. Alcoholism: Clinical and Experimental Research, 33(1), 150-159.
Cuenca-Royo, A. M., Sanchez-Niubo, A., Forero, C. G., Torrens, M., Suelves, J. M., & Domingo-Salvany, A. (2012). Psychometric properties of the CAST and SDS scales in young adult cannabis users. Addict Behav, 37(6), 709-715.
Ferri, C. P., Marsden, J., de Araujo, M., Laranjeira, R. R., & Gossop, M. (2000). Validity and reliability of the Severity of Dependence Scale (SDS) in a Brazilian sample of drug users. Drug and Alcohol Review, 19(4), 451-455.
Grupo de Estudos em Qualidade de Vida - UFRGS (1998). VERSÃO EM PORTUGUÊS DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA (WHOQOL) Porto Alegre: UFRGS.
Hallal, P. C., Dumith, S. C., Ekelund, U., Reichert, F. F., Menezes, A. M., Victora, C. G., et al. (2012). Infancy and childhood growth and physical activity in adolescence: prospective birth cohort study from Brazil. Int J Behav Nutr Phys Act, 9(1), 82.
Hamby, S., Sugarman, D. B., & Boney-McCoy, S. (2006). Does questionnaire format impact reported partner violence rates?: An experimental study. Violence Vict, 21(4), 507-518.
Kaye, S., & Darke, S. (2002). Determining a diagnostic cut-off on the Severity of Dependence Scale (SDS) for cocaine dependence. Addiction, 97(6), 727-731.
Madruga, C. S., Laranjeira, R., Caetano, R., Ribeiro, W., Zaleski, M., Pinsky, I., et al. (2011). Early Life Exposure to Violence and Substance Misuse in Adulthood - The first Brazilian National  Survey Addictive Behaviors, 36, 251-255.
Martin, G., Copeland, J., Gates, P., & Gilmour, S. (2006). The Severity of Dependence Scale (SDS) in an adolescent population of cannabis users: reliability, validity and diagnostic cut-off. Drug Alcohol Depend, 83(1), 90-93.
NHS Information Centre (2009). Adult Psychiatric Morbidity in England, 2007: results of a household survey. London, UK: NHS.
Piper, M. E., McCarthy, D. E., & Baker, T. B. (2006). Assessing tobacco dependence: a guide to measure evaluation and selection. Nicotine Tob Res, 8(3), 339-351.
Prince, M., Ferri, C. P., Acosta, D., Albanese, E., Arizaga, R., Dewey, M., et al. (2007). The protocols for the 10/66 dementia research group population-based research programme. BMC Public Health, 7, 165.
Souza Ade, M., Bezerra, I. N., Cunha, D. B., & Sichieri, R. (2011). Evaluation of food intake markers in the Brazilian surveillance system for chronic diseases--VIGITEL (2007-2009). Rev Bras Epidemiol, 14 Suppl 1, 44-52.
Straus, M. A., Hamby, S. L., Finkelhor, D., Moore, D. W., & Runyan, D. (1998). Identification of child maltreatment with the Parent-Child Conflict Tactics Scales: development and psychometric data for a national sample of American parents.Child Abuse Negl, 22(4), 249-270.
Zaleski, M., Pinsky, I., Laranjeira, R., Ramisetty-Mikler, S., & Caetano, R. (2010). Intimate Partner Violence and Contribution of Drinking and Sociodemographics: The Brazilian National Alcohol Survey. J Interpers Violence, 25(4), 648-665.