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21 de nov de 2012

A DEPENDÊNCIA FEMININA DE ÁLCOOL E DROGAS E SUA INFLUÊNCIA PROFISSIONAL

A DEPENDÊNCIA FEMININA DE ÁLCOOL E DROGAS

Quando falamos em dependência química normalmente pensamos em dependentes do sexo masculino, mas sabe-se que nas empresas existem mulheres que usam drogas e é um problema que deve ser encarado, pois as drogas e á dependência química não escolhem sexo, raça ou cor.

Estatísticas recentes apontam que de 6% a 8% das mulheres sofrem com a Dependência Química.

Geralmente a mulher paga um custo emocional muito grande pela sua dependência: sentimento de culpa, desvalorização, raiva, muitas sofreram de incesto.

Na infância, fazendo um acúmulo de violência e sofrimento.

No trabalho, os sintomas aparecem sob diversas formas: tentam estar bem maquiadas para esconderem as olheiras do porre da noite anterior, manipulam o chefe com posturas maternais, isso quase sempre de forma inconsciente, e sempre conseguem de forma muito natural. 

São comuns as mulheres com o problema fazer uso de medicamentos que alteram o humor. Além de tudo, muitas sofrem da síndrome do ninho vazio, em função de perderem marido e filhos pela sua dependência de drogas.

Infelizmente a abertura pelas mulheres de assumirem a condição de dependentes química ainda é muito difícil, elas normalmente com medo de maiores retaliações por parte dos empregadores procuram disfarçar o máximo possível e como visto sempre conseguem uma desculpa relacionada á família para justificar: ausências, atrasos, faltas, e até mesmo justificar o seu comportamento.

Sendo assim somente mesmo uma pessoa mais bem preparada para de forma bastante aconchegante através de uma boa conversa conseguirá a abertura da dependente química para que de alguma forma o auxílio seja aceito.

É bastante importante que as empresas tenham a preocupação de manter um responsável pelo Programa de Prevenção ao uso de Álcool e Drogas, que demostre sempre a preocupação da empresa em ajudar o colaborador e não de acusar, culpar ou retalhar.

Vale lembrar que muitas mulheres são dependentes químicas não de bebidas alcoólicas ou drogas como: cocaína, maconha ou até mesmo crack, temos um grande número de mulheres dependentes de remédios como: calmantes, anti-depressivos, e inúmeros remédios sejam eles quais forem para as mais variadas doenças.



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Rogério Fernando Cozer
Coordenador de Projetos de Prevenção ao uso de álcool e outras Drogas
MAIS INFORMAÇÕES: alcooledrogas@pragadomilenio.com


Créditos:
Rogério Cozer
Coordenador no Programa de Prevenção de 
Álcool e Drogas no trabalho


Celso Maçaneiro 
Comissão de Prevenção ao
Uso e Abuso do Álcool e Outras Drogas do Rotary Club
Curitiba Gralha Azul

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